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Categoria: Estadual
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bloqueioÀ tarde, os manifestantes interditaram os dois sentidos da via nesse ponto, porém eles estavam impedindo apenas a passagem de veículos com carga.

A pista está liberada, mas, segundo a Rota Oeste, concessionária responsável pela BR, há previsão de que os manifestantes retornem e permaneçam no local até às 20h.

Às 14h41, a concessionária registrou uma nova interdição na BR-163, no sentido Sul, no Km 854, na saída Norte da travessia urbana de Sinop (500 km ao Norte), no trevo de acesso à Juara.

Nesse local, segundo a concessionária, estavam presentes 15 manifestantes e a previsão é de que a interdição na faixa Norte permaneça até às 19h desta terça-feira.

A Polícia Rodoviária Federal registrou outros locais com fechamentos, como a BR-070, em Barra do Garças (509 km a Leste da Capital), onde houve protesto em dois pontos, no Km 05.

A PRF informou que os manifestantes queimaram pneus no local, porém, com o apoio do Corpo de Bombeiros, o fogo foi apagado e o local desobstruído.

A BR-158, na região Nordeste do Estado, também teve manifestações e bloqueios parciais, em Vila Rica (a 1.259 km de Cuiabá).

Também foram registradas pela PRF manifestações em Lucas do Rio Verde (354 km ao Norte), porém no local não teve nenhum tipo de bloqueio.

Em todo o Estado, apenas veículos pesados estão proibidos de passar. Veículos de passeio, com carga viva ou perecíveis, ambulâncias e ônibus estão com passagem liberada.

Segundo a PRF, no eixo principal da BR-163 até a BR-174, sentido Cáceres (225 km a Oeste), Comodoro (644 km a Oeste) e ao Estado de Rondonia, não houve nenhum tipo de obstrução e nem manifestações. Assim como em Cuiabá e Rondonópolis (212 km ao Sul).

Apesar das manifestações e bloqueios parciais, a PRF garantiu que não há congestionamento em nenhum ponto do Estado.

Levantamentos indicam que menos de 5% dos caminhoneiros estão participando do ato, que, segundo os patrulheiros, não está com pouco movimento devido ao fato de que as principais entidades do setor, como o Sindmat (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado de Mato Grosso) e a Sindicam (Sindicato Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens) não aderiram ao protesto.



Por: Mídia News